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20/05/08

tipos de conexão da internet

DSL
Digital Subscriber Line (simplesmente DSL ou ainda xDSL) é uma família de tecnologias que fornecem um meio de transmissão digital de dados, aproveitando a própria rede de telefonia que chega na maioria das residências. As velocidades típicas de download de uma linha DSL variam de 128 kilobits por segundo (kbps) até 24 Mbits/s dependendo da tecnologia implementada e oferecida aos clientes. As velocidades de upload são menores do que as de download para o ADSL e são iguais para o caso do SDSL.


Índice
[esconder]

* 1 Arquitetura
* 2 História
* 3 Tipos de DSL
* 4 Referências

[editar] Arquitetura

Na região entre o assinante e a central telefônica, a atual infra-estrutura de transmissão de voz utilizada pelas concessionárias de serviços públicos de telecomunicações é formada por um par de fios metálicos trançados e requer uma largura de banda de 300 à 3.400 Hz.

A tecnologia DSL utiliza técnicas digitais de processamento de sinais com freqüências de 4 KHz até 2,2 MHz sem interferir na faixa de voz, que são capazes de otimizar a utilização da largura de banda do par metálico com velocidades.

Há dois tipos de modulação para transmissões DSL, a saber:

* A modulação DMT (acrônimo para Discrete Multi-Tone), que foi selecionada como padrão pela ANSI através da recomendação T1.413 e, posteriormente, pela ETSI. Ela descreve uma técnica de modulação por multi-portadoras na qual os dados são coletados e distribuídos sobre uma grande quantidade de pequenas portadoras, com cada uma utilizando um tipo de modulação analógica QAM (Quadrature Amplitude Modulation). Os canais são criados utilizando-se técnicas digitais conhecidas como Transformadas Discretas de Fourier.
* A modulação CAP (acrônimo para Carrier-less Amplitude/Phase) determina uma outra versão de modulação QAM na qual os dados modulam uma única portadora, que depois é transmitida na linha telefônica. Antes da transmissão, a portadora é suprimida e, depois, é reconstruída na recepção.

[editar] História

Ela foi inventada em 1989 por um engenheiro da Bell Labs. O seu uso começou no final da década de 1990 como forma de acesso à internet de banda larga.

[editar] Tipos de DSL

* HDSL
* ADSL
* VDSL
* SDSL
* UDSL

[editar] Referências

* McDysan, David E. e Spohn, Darren L., ATM - Theory and Application, McGraw-Hill Inc., Estados Unidos, 1995.
* Packet: Speed, More Speed and Applications. Segunda edição, 1997, ARRL Publications.
* Stalling, William, Data and Computer Communications, quarta edição, Macmilan Publishing Company, Estados Unidos, 1994.
* Kessler, Gary C. e Train, David A., Metropolitan Area Networks - Concepts, Standards and Services, McGraw-Hill Inc., Estados Unidos, 1992.

RDIS

rdis Rede Digital Integrada de Serviços ou Rede Digital com Integração de Serviços) ou RDSI (Rede Digital de Serviços Integrados), traduções alternativas do inglês ISDN (Integrated Service Digital Network) (conhecida popularmente como Linha Dedicada), é uma tecnologia que usa o sistema telefónico comum. O ISDN já existe há algum tempo, sendo consolidado nos anos de 1984 e 1986, sendo umas das pioneiras na tecnologia xDSL.

A conexão pode ser realizada até uma taxa de transmissão de 128Kbps, através de duas linhas de até 64 Kbps, que são usadas tanto para conexão com a Internet quanto para chamadas telefónicas de voz normais. É possível efetuar a conexão em apenas 64Kbps e deixando a outra linha disponível para chamadas de voz. Caso esteja conectado a 128 Kbps, ou seja, usando as duas linhas, não será possível realizar ou receber chamadas telefónicas. É possível também fazer duas chamadas telefónicas simultâneas, cada uma usando uma linha de 64 Kbps.

Esta taxa 128Kbps ocorre pelo fato da comunicação com a central telefônica ocorrer de forma digital em todo o percurso, ao invés de forma analógica. Isto é explicado da seguinte forma: a largura de banda de uma linha analógica comum é de 4KHz, e numa linha ISDN este valor é de 128Kbps, fazendo com que os 4KHz de sinal não existam mais, pois a linha conectada com a central de telefonia não trabalha com sinais analógicos.


LINHA DISCADA
Conexão por linha discada ou dial up (as vezes apelidada de Banda estreita em alusão a conexão Banda larga), é um tipo de acesso à Internet no qual uma pessoa usa um modem e uma linha telefónica para se ligar a um nó de uma rede de computadores do ISP. A partir desse momento, o ISP encarrega-se de fazer o routing para a Internet. O dial-up geralmente usa os protocolos PPP e TCP/IP.

Este tipo de acesso está perdendo cada vez mais adeptos, devido à massificação de acessos de banda larga, como DSL, ADSL, ligações por cabo e por rádio, entre outros tipos de conexões, e também por causa da velocidade da conexão (máximo de 56,6 kbps), que é baixa em relação a outros tipos de conexões.

Nota: através de dial-up também se pode aceder a computadores não ligados à Internet, como é o caso das BBS, por exemplo.

É possível aumentar a velocidade da dial-up, juntando mais modens e linhas telefônicas no mesmo computador e usando um programa chamado midpoint. Assim multiplica-se a velocidade pela quantidade de linhas e modens, duas linhas de 56k teriam a capacidade total de 112k por exemplo. Apesar de ter sido usado no passado, quando não existiam alternativas, hoje em dia este método custa mais caro do que outras tecnologias.


banda larga
Banda larga é o nome usado para definir qualquer conexão à internet acima da velocidade padrão dos modems analógicos (56 Kbps). Usando linhas analógicas convencionais, a velocidade máxima de conexão é de 56 Kbps. Para obter velocidade acima desta tem-se obrigatoriamente de optar por uma outra maneira de conexão do computador com o provedor. Atualmente existem inúmeras soluções no mercado.
Índice
[esconder]

* 1 Tecnologias de Banda Larga
o 1.1 ISDN (RDIS)/DSL
o 1.2 ADSL
o 1.3 Modem a cabo (Cable Modem)
o 1.4 Wireless/Rádio
+ 1.4.1 Celular
o 1.5 Satélite
o 1.6 Energia elétrica
* 2 Banda larga em Portugal
* 3 Banda larga no Brasil
o 3.1 Estatísticas
* 4 Referências
* 5 Ligações externas

[editar] Tecnologias de Banda Larga

[editar] ISDN (RDIS)/DSL

Utilizam as redes de telefonia convencionais para transmitir dados em alta velocidade que variam de 64 a 128 Kbps (ISDN). Em Portugal é utilizado o acrónimo RDIS (Rede Digital com Integração de Serviços). Em Portugal até 24 Mbps (ADSL 2+). Bastante difundido no Brasil e Portugal através das grandes empresas de telefonia como Portugal Telecom, Sonaecom, Vodafone Portugal, ONI Telecom, TELE2 e Brasil Telecom (com o Turbo), CTBC (com o Netsuper), Telefônica (com o Speedy), Oi Fixo (com o Velox) e a GVT (com o TurboNet Mega Maxx). Para uma rede de telefonia transmitir dados através destas tecnologias, ela precisa ser 100% digital além das companhias de telefone adaptarem uma aparelhagem que viabilize a conexão. Requer do usuário um modem apropriado. É possível ampliar esta tecnologia desde que as redes sejam substituídas por cabo de fibra óptica.

[editar] ADSL

ADSL é um tipo de conexão DSL e, comparada a outras formas desta, o ADSL tem a característica principal de que os dados podem trafegar mais rápido em um sentido do que em outro. Geralmente, os provedores anunciam o ADSL como um serviço onde a velocidade de "download" é mais rápida do que a velocidade usada para "upload". A grande vantagem do ADSL é que o usuário é conectado ponto a ponto com a central telefônica, sem precisar compartilhar sua linha com outros usuários, contrariamente ao modem a cabo. O modem ou roteador ADSL pode ser ligado ao computador via uma placa ethernet, através de uma porta USB ou ainda em modo wireless (sem fio).

[editar] Modem a cabo (Cable Modem)

Esta tecnologia, também conhecida por Cable Modem, utiliza as redes de transmissão de TV por cabo convencionais (chamadas de CATV - Community Antenna Television) para transmitir dados em velocidades que variam de 70 Kbps a 150 Mbps, fazendo uso da porção de banda não utilizada pela TV a cabo. Pesquisas americanas mostraram que, entre 2004 e 2005, houve um aumento de 29% no número de usuários de Internet via cabo.

Utiliza uma topologia de rede partilhada, onde todos os utilizadores partilham a mesma largura de banda.

Para este tipo de acesso à internet utiliza-se um cabo coaxial e um modem. O computador do usuário deve estar equipado com placa de rede Ethernet. Nela, conecta-se um cabo par-trançado (UTP). A outra extremidade deste cabo deve ser ligada ao modem. Ao modem, também é conectado o cabo coaxial da TV, que servirá para conectar o usuário à Internet. Outra forma de conexão é através de um conector USB, cujo modem de rede conecta-se ao computador através de um cabo.

Há, atualmente, quatro normas aplicáveis à transmissão de dados via cabo:

* DOCSIS 1.0/EuroDOCSIS 1.0
* DOCSIS 1.1/EuroDOCSIS 1.1
* DOCSIS 2.0/EuroDOCSIS 2.0
* DOCSIS 3.0/EuroDOCSIS 3.0

Modem Cabo CATV .
Modem Cabo CATV .

A diferença entre DOCSIS/EuroDOCSIS prende-se com a forma como se utiliza o espectro de frequências no cabo, estando a norma EuroDOCSIS mais vocacionada para o mercado europeu. A norma DOCSIS foi no entanto a primeira a ser desenvolvida.

As normas DOCSIS 1.0 e 1.1 são actualmente as mais utilizadas. A norma DOCSIS 2.0 exige alterações importantes nos equipamentos do ISP e como tal está a mostrar mais resistência na sua adaptação. A norma DOCSIS 3.0 exige tambem alterações nos equipamentos dos ISP's e normalmente a troca de modems de clientes, para utilização da mesma.

Mais recentemente foi desenvolvida a norma PacketCable (e a correspondente EuroPacketCable) que define a forma como se pode implementar telefone no cabo. Atualmente no Brasil, a NET Serviços utiliza a tecnologia no seu serviço NetFone, entre outras empresas.

Estão também a ser desenvolvidos novas normas para VideoOnDemand, Televisão Interactiva e Televisão Digital.

No Brasil, as duas maiores companhias de TV a cabo NET e TVA disponibilizam o serviço. Atualmente a maior velocidade disponível no Brasil é de até 8 Mbps, oferecida pela Net Virtua. Requer do usuário um modem apropriado. Em Portugal, todas as companhias de TV por cabo disponibilizam internet por cabo: TVCabo, Cabovisão, Bragatel, TVTEL, Pluricanal. A maior velocidade disponível em Portugal é de 60 Mbps e é oferecida pela TVTEL.

A Norma DOCSIS/EuroDOCSIS 3.0, permitem aumentos consideraveis de até 150mbps na direção de downlink, sendo que tambem é possivel o "bonding" de links, ou seja: A possibilidade de unir varios modems em um mesmo local em varios circuitos em um unico pc ou roteador, fazendo com que todos juntos, tenham uma unica velocidade maior em balancing ou multilink.

[editar] Wireless/Rádio

Utiliza ondas de Rádio-freqüência para transmitir os dados. Há duas tecnologias em uso no Brasil, sendo bastante comum confundi-las.
Roteador Wireless.
Roteador Wireless.

* Radio MMDS WLAN - tecnologia que está se espalhando pelo interior do Brasil, devido ao baixo custo de manutenção e boas taxas de preço e velocidade. Consiste em distribuir o sinal da Internet captado por uma linha E1 utilizando antenas e o distribuindo através de POPs (Point of Presence) espalhados pela cidade, formando uma grande rede de usuários. É muito comum haver grupos de assinantes - condomínios por exemplo - que juntos custeam e dividem o custo de todo o equipamento necessário para levar o sinal até suas residências, tornando o preço individual ainda mais baixo. A velocidade de acesso corresponde à contratada pelo assinante com o provedor.

* Wireless WiFi - tecnologia popularmente conhecida como Wi-Fi, consiste em jogar um sinal de rede numa determinada área para que assinantes com modems e adequados em seus computadores captem o sinal e acessem a Internet sem usar um fio sequer. Todos os laptops fabricados a partir de 2003 já vem preparados para este tipo de acesso, bem como todos os modelos de Macintosh. Os pontos que disponibilizam o sinal são chamados Hotspots - há cerca de 200 deles no Brasil, alguns públicos (Cafés, Aeroportos) e outros privados. A velocidade varia de 256 Kbps até 10 Mbps.

* WiMAX - esta tecnologia estende o alcance do sinal Wi-Fi a grandes distâncias, podendo cobrir cidades inteiras com uso de repetidores de sinal. Nos Estados Unidos, o Google está cobrindo várias cidades com esta tecnologia. No Brasil o Ministro Hélio Costa disse que esta será a tecnologia como canal de retorno da TV Digital e banda larga gratuita do governo a ser implantada até 2014.

[editar] Celular

As redes de telefonia celular 3G permitem o acesso sem fio em alta velocidade à computadores e dispositivos móveis. Chegou ao Brasil em 2007 e vem se expandindo apesar do alto preço por dados trafegado.

A rede 4G promete ser ainda mais veloz e potente com grande cobertura de sinal. Em 2008 está sendo testada no Japão e prevista para estrear no final de 2008. Por ser bancada pelas empresas de telefonia que investem pesadamente no ramo, especialistas dizem que o 4G deve substituir o WiMax rapidamente no ano de 2010.

[editar] Satélite

Usada em menor escala por empresas e instituições financeiras, esta tecnologia utiliza satélites de comunicação para transmitir o sinal diretamente aos computadores que os captam através de antenas parabólicas comuns e receptores. A grande vantagem é que pode-se estabelecer conexão em qualquer parte do país, até mesmo em áreas remotas. A velocidade depende do satélite envolvido e do serviço. No Brasil, a Embratel oferece o serviço pela Star One - bidirecional completo - tanto para usuários residenciais como corporativos. Nos anos 90, a DIRECTV tentou emplacar um serviço desse tipo a consumidores residenciais nos EUA, mas não obteve sucesso, principalmente pela banda de transmissão ser unidirecional - era capaz de apenas receber informações, sendo necessário um modem simples para a transmissão.

[editar] Energia elétrica

Ainda no campo da pesquisa por mais de oito anos nos EUA, consiste em transmitir os sinais de Internet através da rede elétrica. Nunca foi implantada comercialmente e um dos seus maiores problemas é que quanto maior a distância da casa do usuário aos servidores do provedor, pior fica a recepção e a velocidade. Atualmente vem sendo testada no Brasil nos estados de São Paulo , Paraná , Minas Gerais , Rio de Janeiro e Maceió (pela Eletropaulo , Copel e CEMIG, respectivamente).

O grande problema, na verdade, são os transformadores. O sinal até poderia ser transmitido a longas distâncias, porém os dados se perdem quando chegam aos transformadores. O caso mais próximo do sucesso deu-se na Alemanha, onde os transformadores não ficam nos postes, mas nas próprias residências. Porém, o sucesso não foi absoluto, devido à dificuldade de lidar com a alta tensão encontrada antes dos transformadores.

O PLC (Power Line Communication – ou internet via rede elétrica) começa a dar seus primeiros passos para chegar ao mercado no Brasil. A Copel (Companhia Paranaense de Energia) vai inaugurar um projeto piloto oferecendo conexão à internet pela rede elétrica em banda ultralarga ainda em 2007, com 300 clientes com velocidade de 100 Mbps para cada um. A informação é de Orlando Cesar, consultor de telecom da empresa.

[editar] Banda larga em Portugal

De acordo com a Anacom, 88,4% dos clientes internet em Portugal tinham acesso por banda larga em Novembro de 2006, tendo o número de utilizadores de banda larga crescido mais de 50% em 2006. Mais de metade das ligações em banda larga são feitas através do ADSL.

Também segundo a Anacom, em Dezembro de 2006, 40 por cento dos lares portugueses dispunham de acesso à Internet, sendo que a principal tecnologia de suporte da banda larga era o ADSL (60,5 por cento do total de acessos), sendo os restantes principalmente suportados por modem cabo (36 por cento). Contando com as intenções dos inquiridos no Inquérito ao Consumo da Banda Larga, a penetração da Internet nos lares atingirá cerca de 46 por cento no final de 2007.

[editar] Banda larga no Brasil

Em 2007, a Banda larga no Brasil, embora venha crescendo bastante em número de usuários e velocidade, é quase 400 vezes mais cara que em outros países. Principalmente devido a falta de concorrência, falta de regras claras e alta carga de impostos, além do facto de ainda ser mais lenta que em alguns outros lugares. [1]

[editar] Estatísticas

2007, Dezembro = 8.1 milhões de assinantes de banda larga no Brasil. (Segundo o IDC)

Referências

1. ↑ Banda larga no Brasil é quase 400 vezes mais cara que em outros países. PC World (3 de Setembro de 2007). Página visitada em 18 de Março de 2008.


FTTH
ftth( de Fiber-to-the-Home) é uma tecnologia de interligação de residências através de fibras ópticas para o fornecimento de serviços de comunicação de dados, TV digital, Radio Digital, acesso à Internet e telefonia convecional. A fibra óptica é levada até as residências, em substituição aos cabos de cobre ou cabos coaxiais (utilizados em televisão a cabo). As residências são conectadas a um ponto de presença da operadora de serviços de telecomunicações.

Há dois projetos básicos para FTTH:

1) Rede óptica passiva PON: é uma rede óptica ponto-multiponto que viabiliza o compartilhamento de uma única fibra óptica entre diversos pontos finais usuários. Não existem elementos ativos entre o equipamento do provedor de acesso OLT e o CPE Customer Premises Equipment instalado junto ao equipamento de aplicação do usuário. Desta forma, esta solução provê uma clara economia nos custos de operação, manutenção e implementação. Também a solução PON pode ser implementada por uma fração dos custos das redes ópticas ponto-a-ponto tradicionais.

Uma rede PON Passive Optical Network consiste de equipamentos OLT - Optical Line Terminal localizados nas bordas dos anéis ópticos das redes de transporte SDH, conectados nos equipamentos ADM, de um lado, e pelo outro lado conectados em vários outros equipamentos ONU - Optical Network Units ou ONT - Optical Network Terminal localizados em condomínios, gabinetes nas calçadas, sites e residências. Então percebemos que está tecnologia é uma solução de acesso de última milha Last-Mile. O sinal óptico é transmitido pelo OLT por uma única fibra. A essa fibra são feitas derivações através do uso de divisores ópticos passivos POS - Passive Optical Splitter para conectá-la às ONU's e ONT's. Cada ONU e ONT transmite e recebe um canal óptico independente e disponibiliza para os usuários finais alocação dinâmica de banda entre 1Mbit/s e 1Gbit/s, para as aplicações de voz, dados e vídeo.

2)FTTH dedicado: FTTH dedicado significa que uma fibra funciona diretamente de CO a um subscritor home. A fibra dedicada fornece a maioria de largura de faixa desde que entrega toda a largura de faixa de uma única fibra, assim é a maioria de projeto de rede da futuro-prova. Entretanto, o custo de D-FTTH é considerado ainda pela maioria dos portadores como altamente proibitiva, assim até agora não há nenhuma distribuição de D-FTTH na área residential.

Fiber-to-the-Home FTTH é a tecnologia banda larga para o mercado de massa do futuro. O FTTH possibilitará o transporte simultâneo de uma série de serviços, tais como Internet com acesso muito mais rápido, telefonia e televisão, através de uma única fibra óptica. Com o FttH, a rede de acesso será baseada na fibra e capaz de prover velocidades de 10Mb/s, 100Mb/s e até 1Gb/s. Isto criará uma rede de acesso com inúmeras possibilidades. Esta tecnologia suportará um modelo aberto completo pelo qual o consumidor terá total liberdade de escolha pelo seu fornecedor de serviço.

Em Virtude das suas características, as Fibras ópticas apresentam bastantes vantagens sobre os sistemas eléctricos.

- Dimensões Reduzidas - Capacidade para transportar grandes quantidades de informação ( Dezenas de milhares de conversações num par de Fibra); - Atenuação muito baixa, que permite grandes espaçamentos entre repetidores, com distância entre repetidores superiores a algumas centenas de quilómetros. - Imunidade às interferências electromagnéticas; - Matéria-prima muito abundante. - Custo Cada vez mais baixo.



PLC
PLC (Power Line Communications) é a tecnologia que utiliza uma das redes mais utilizadas em todos o mundo: a rede de energia elétrica. A idéia desta tecnologia não é nova; entretanto, apenas agora com novos equipamentos de conectividade a tecnologia está sendo avaliada por algumas empresas. Ela consiste em transmitir dados e voz em banda larga pela rede de energia elétrica. Como utiliza uma infra-estrutura já disponível, não necessita de obras em uma edificação para ser implantada.

A PLC trabalha na camada 2 do modelo ISO/OSI, ou seja, na camada de Enlace. Sendo assim, pode ser agregada a uma rede TCP/IP (camada 3) já existente, além de poder trabalhar em conjunto com outras tecnologias de camada 2.
Índice
[esconder]

* 1 Histórico da tecnologia PLC
o 1.1 Powerline Communications
* 2 Vantagens do uso da PLC
* 3 Desvantagens do uso da PLC
* 4 Equipamentos
* 5 Multiplexação e Modulação
* 6 Interferência do PLC na rede elétrica
* 7 Segurança
* 8 Referências

[editar] Histórico da tecnologia PLC

Sistemas de Powerline Carrier, chamados também de OPLAT (Ondas Portadoras em Linhas de Alta Tensão), têm sido utilizados pelas empresas de energia elétrica desde a década de 1920. Esses sistemas foram e ainda são utilizados para telemetria, controle remoto e comunicações de voz. Os equipamentos são muito robustos e normalmente tem uma vida útil superior a trinta anos. Somente recentemente, com o avanço de instalação de fibras ópticas e barateamento de sistemas de telecomunicações, diversas empresas de energia elétrica decidiram abandonar o Carrier. Como resposta, os fabricantes estão deixando de produzir estes equipamentos por falta de demanda.

Algumas poucas aplicações de banda estreita em residências e sistemas de segurança e automação predial utilizam ainda sistemas de Powerline Carrier de banda estreita, baixa velocidade e com modulação analógica.

[editar] Powerline Communications

Em 1991, Dr. Paul Brown da Norweb Communications (Norweb é a empresa de Energia Elétrica da cidade de Manchester, Inglaterra) iniciou testes com comunicação digital de alta velocidade utilizando linhas de energia. Entre 1995 e 1997, ficou demonstrado que era possível resolver os problemas de ruído e interferências e que a transmissão de dados de alta velocidade poderia ser viável.

Em outubro de 1997, a Nortel e Norweb anunciaram que os problemas associados ao ruído e interferência das linhas de energia estavam solucionados. Dois meses depois, foi anunciado pelas mesmas empresas o primeiro teste de acesso Internet, realizado numa escola de Manchester. Com isso, foi lançada uma nova idéia para negócios de telecomunicações que a Nortel/Norweb chamaram de Digital Powerline.

Em março de 1998, a Nortel e a Norweb criaram uma nova empresa intitulada de NOR.WEB DPL com o propósito de desenvolver e comercializar Digital PowerLine (DPL).

Todas as empresas elétricas do mundo estavam pensando em se tornar provedores de serviços de telecomunicações, utilizando seus ativos de distribuição. Devemos lembrar que o setor de telecomunicações estava passando por um crescimento explosivo no mundo (celular e Internet), e, particularmente no Brasil, estava em curso a maior privatização de empresas de telecomunicações.

O acompanhamento dos desenvolvimentos e progressos da tecnologia Powerline era feito na época, no Brasil, pelo Subcomitê de Comunicações do GCOI, e a APTEL, que foi criada em abril de 1999, realizou o seu primeiro Seminário em setembro de 1999, com o tema: Tecnologia Powerline Communications (PLC)

Vale também lembrar que na Europa em 1997 foi criado o PLC Fórum e, em 1998, a UTC lançou nos USA o Power Line Telecommunications Forum (PLTF).

Atualmente, temos diversos produtos comerciais com tecnologia Powerline Communications e o próprio FCC (Federal Communications Commission) fez diversas declarações sobre a viabilidade desta tecnologia.

[editar] Vantagens do uso da PLC

Uma das grandes vantagens do uso da PLC é que, por utilizar a rede de energia elétrica, qualquer "ponto de energia" pode se tornar um ponto de rede, ou seja, só é preciso plugar o equipamento de conectividade (que normalmente é um modem) na tomada, e pode-se utilizar a rede de dados. Além disso, a tecnologia suporta altas taxas de transmissão, podendo chegar a até 40Mbps em faixas freqüência de 1,7Mhz a 30Mhz.

[editar] Desvantagens do uso da PLC

Uma das grandes desvantagens do uso da PLC (ou BPL), é que qualquer "ponto de energia" pode se tornar um ponto de interferência, ou seja, todos os outros equipamentos que utilizam radiofreqüência, como receptores de rádio, telefones sem fio, alguns tipos de interfone e, dependendo da situação, até televisores, podem sofrer interferência. A tecnologia usa a faixa de freqüências de 1,7MHz a 30MHz, com espalhamento de harmônicos até freqüências mais altas. Outra desvantagem é o facto de ser half-duplex sem esquecer que é um sistema de banda partilhada. Estas duas caracteirsticas fazem com que o débito seja reduzido em comparação com outras tecnologias. Em alguns países, existem movimentos contra a sua instalação[1][2].

[editar] Equipamentos

Os principais equipamentos presentes em redes PLC são:

Modem (PNT): Usado para a recepção e transmissão dos dados, o modem é instalado em um host (estação de trabalho, servidor, etc.) que é ligado à tomada de energia. Ele realiza a comunicação com o Demodulador Repetidor (PNR).

Demodulador Repetidor (PNR): Esse equipamento provê acesso direto do usuário do sistema InDoor para o sistema Outdoor. Cada residência tem um, e este se comunica com o Concentrador Mestre (PNU).

Concentrador Mestre (PNU): Controla o sistema Outdoor e interconecta uma Célula de Energia (Power Cell) à rede do backbone. Geralmente esta localizada no transformador. Deste ponto em diante a comunicação pode ser feita pela operadora de telecomunicações.

[editar] Multiplexação e Modulação

A tecnologia PLC utiliza a técnica de modulação de sinais OFDM (Orthogonal Frequency Division Multiplexing), pode utilizar as modulações por QAM (Quadrature Amplitude Modulation) e PSK (Phase Shift Modulation).

[editar] Interferência do PLC na rede elétrica

A PLC não interfere em nenhum eletrodoméstico, pois as freqüências utilizadas por ela não são usadas por nenhum eletrodoméstico, podendo conviver sem problemas com os outros equipamentos. No entanto, parte da banda de rádio de onda média - 1,7 a 3 MHz - e toda a onda curta - 3 a 30 MHz - ficam completamente prejudicadas e inutilizáveis. Outros equipamentos podem causar interferências em uma rede PLC, como motores de escova e os dimmers de luz. Entre os motores domésticos, destacam-se os secadores de cabelos, aspiradores e as furadeiras elétricas. Além desses, chuveiros elétricos também podem interferir no PLC.

Outro ponto importante da PLC é a conexão com equipamentos bloqueadores de freqüência (filtros de linha) e os equipamentos isoladores (estabilizadores) ou que sejam alimentados por fontes chavedas (no-breaks): os equipamentos PLC não podem ser ligados nestes.

No caso dos no-breaks, a saída da rede elétrica é isolada, e nos filtros de linha as altas freqüências são bloqueadas, o que impossibilita o funcionamento da rede.

A interferência da PLC ocorre na faixa de 1,6 a 30 MHz, principalmente nos equipamentos de comunicação das forças armadas e no controle de tráfego aéreo. O fato é que estudos devem ser feitos para que exista uma recomendação para o uso da PLC em locais próximo a aeroportos, unidades militares, portos, etc. O uso irregular da PLC pode trazer sérios problemas para o serviço móvel aeronáutico e controle de tráfego aéreo que usam a faixa de HF para estabelecer seus enlaces de comunicações.

[editar] Segurança

Toda comunicação do PLC é criptografada. Alguns protocolos como o HomePlug 1.0 utilizam criptografia DES de 56 bits. Os dados estão sempre em rede local porque esta tecnologia não ultrapassa a caixa elétrica da casa. Contém de fato muito mais segurança do que o Wi-Fi, que pode ser visível pelos vizinhos e que necessita uma identificação por usuário e senha.



WI-FI
Wi-Fi foi uma marca licenciada originalmente pela Wi-Fi Alliance para descrever a tecnologia de redes sem fios embarcadas (WLAN) baseadas no padrão IEEE 802.11. O termo Wi-Fi foi escolhido como uma brincadeira com o termo "Hi-Fi" e pensa-se geralmente que é uma abreviatura para wireless fidelity, no entanto a Wi-Fi Alliance não reconhece isso. Comumente o termo Wi-Fi é entendido como uma tecnologia de interconexão entre dispositivos sem fios, usando o protocolo IEEE 802.11.

O padrão Wi-Fi opera em faixas de freqüências que não necessitam de licença para instalação e/ou operação. Este fato as tornam atrativas. No entanto, para uso comercial no Brasil é necessária licença da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Para se ter acesso à internet através de rede Wi-Fi deve-se estar no raio de ação ou área de abrangência de um ponto de acesso (normalmente conhecido por hotspot) ou local público onde opere rede sem fios e usar dispositivo móvel, como computador portátil, Tablet PC ou Assistente Pessoal Digital com capacidade de comunicação sem fio, deixando o usuário do Wi-Fi bem à vontade em usá-lo em lugares de "não acesso" à internet, como: Aeroportos.

Hoje, muitas operadoras de telefonia estão investindo pesado no Wi-Fi, para ganhos empresariais.

Hotspot Wi-Fi existe para estabelecer ponto de acesso para conexão à internet. O ponto de acesso transmite o sinal sem fios numa pequena distância – cerca de 100 metros. Quando um periférico que permite "Wi-Fi", como um Pocket PC, encontra um hotspot, o periférico pode na mesma hora conectar-se à rede sem fio. Muitos hotspots estão localizados em lugares que são acessíveis ao público, como aeroportos, cafés, hotéis e livrarias. Muitas casas e escritórios também têm redes "Wi-Fi". Enquanto alguns hotspots são gratuitos, a maioria das redes públicas é suportada por Provedores de Serviços de Internet (Internet Service Provider - ISPs) que cobram uma taxa dos usuários para se conectarem.

Atualmente praticamente todos os computadores portáteis vêm de fábrica com dispositivos para rede sem fio no padrão Wi-Fi (802.11b, a ou g). O que antes era acessório está se tornando item obrigatório, principalmente devido ao fato da redução do custo de fabricação.
Índice
[esconder]

* 1 Independent Basic Service Sets (IBSS)
* 2 Basic Service Sets (BSS)
* 3 Extended Service Sets (ESS)
* 4 Principais padrões
* 5 Tabela de freqüências e potência
* 6 Bibliografia
* 7 Ver também
* 8 Ligações externas

[editar] Independent Basic Service Sets (IBSS)

IBSS consiste em um grupo de estações comunicando-se diretamente uma com as outras. Este tipo de topologia também se refere a topologia ad-hoc por ser uma conexão peer-to-peer (ponto-a-ponto).

[editar] Basic Service Sets (BSS)

BSS é um grupo de estações comunicando-se entre sí através de um ponto comum de conexão, o Access Point-AP (Ponto de Acesso-PA). Nenhuma estação conversa entre sí sem antes passar pelo PA.

[editar] Extended Service Sets (ESS)

Múltiplas infra-estruturas de BSS podem ser conectadas através de suas interfaces de uplink e por sua vez está conectado no Distribution System - DS (Centro de Distribuição - CD). Quando temos várias BSS interconectadas via DS, chamamos de ESS.

[editar] Principais padrões

Os principais padrões na família IEEE 802.11 são:

IEEE 802.11a: Padrão Wi-Fi para freqüência 5 GHz com capacidade teórica de 54 Mbps.

IEEE 802.11b: Padrão Wi-Fi para freqüência 2,4 GHz com capacidade teórica de 11 Mbps. Este padrão utiliza DSSS (Direct Sequency Spread Spectrum – Seqüência Direta de Espalhamento de Espectro) para diminuição de interferência.

IEEE 802.11g: Padrão Wi-Fi para freqüência 2,4 GHz com capacidade teórica de 54 Mbps.

Wi-Fi Protected Access (WPA e WPA2): padrão de segurança instituído para substituir padrão WEP (Wired Equivalent Privacy) que possui falhas graves de segurança, possibilitando que um hacker pudesse quebrar a chave de criptografia após monitorar poucos minutos de comunicação.

[editar] Tabela de freqüências e potência
Padrão Região/País Freqüência Potência
802.11b & g América do Norte 2,4 - 2,4835 GHz 1000 mW
802.11b & g Europa 2,4 - 2,4835 GHz 100 mW
802.11b & g Japão 2,4 - 2,497 GHz 10 mW
802.11b & g Espanha 2,4 - 2,4875 GHz 100 mW
802.11b & g França 2,4 - 2,4835 GHz 100 mW
802.11a América do Norte 5,15 - 5,25 GHz 40 mW
802.11a América do Norte 5,25 - 5,35 GHz 200 mW
802.11a América do Norte 5,47 - 5,725 GHz não aprovado
802.11a América do Norte 5,725 - 5,825 GHz 800 mW

[editar] Bibliografia

* Projetando redes WLAN Autor: Carlos Alberto Sanches ISBN 85-365-0088-3
* Absolute Beginner's Guide to Wi-Fi Autor: Harold Davis ISBN 0789731150
* 802.11 Demystified Autores: James LaRocca, Ruth LaRocca ISBN 0071385282
* 802.11 Wireless Lan Fundamentals Autores: Pejman Roshan, Jonathan Leary ISBN 1587050773



WIMAX
O padrão IEEE 802.16, completo em outubro de 2001 e publicado em 8 de abril de 2002, especifica uma interface sem fio para redes metropolitanas (WMAN). Foi atribuído a este padrão, o nome WiMAX (Worldwide Interoperability for Microwave Access/Interoperabilidade Mundial para Acesso de Micro-ondas). O termo WiMAX foi cunhado por um grupo de indústrias conhecido como WiMAX Forum cujo objetivo é promover a compatibilidade e inter-operabilidade (funciona em sistemas Linux) entre equipamentos baseados no padrão IEEE 802.16. Este padrão é similar ao padrão Wi-Fi (IEEE 802.11), que já é bastante difundido, porém agrega conhecimentos e recursos mais recentes, visando um melhor desempenho de comunicação.

O padrão WiMAX tem como objetivo estabelecer a parte final da infra-estrutura de conexão de banda larga (last mile) oferecendo conectividade para uso doméstico, empresarial e em hotspots.
Índice
[esconder]

* 1 Funcionamento
o 1.1 Prós
o 1.2 Contras
* 2 Crescimento econômico
* 3 Testes
* 4 Wimax no Brasil
* 5 Padrões IEEE
* 6 Bibliografia
* 7 Ver também
* 8 Ligações externas

[editar] Funcionamento

As redes WiMAX funcionam de maneira semelhante à das redes Bluetooth. As transmissões de dados podem chegar aos 1Gbps a uma distância de até 50Km (radial),com estudos científicos para se chegar a 10Gps. O funcionamento é parecido com o do Bluetooth e o Wi-Fi (no ponto de vista de ser transmissão e recepção de ondas de rádio), usado para comunicação entre pequenos dispositivos de uso pessoal, como PDAs, telefones celulares (telemóveis) de nova geração, computadores portáteis, mas também é utilizado para a comunicação de periféricos, como impressoras, scanners, etc. O WiMAX opera na faixa ISM (Industrial, Scientific, Medical) centrada em 2,45 GHz, que era formalmente reservada para alguns grupos de usuários profissionais. Nos Estados Unidos, a faixa ISM varia de 2400 a 2483,5 MHz. Na maioria da Europa, a mesma banda também está disponível. No Japão, a faixa varia de 2400 a 2500 MHz.

[editar] Prós

* Diminui custos de infra-estrutura de banda larga para conexão com o usuário final (last mile);
* Deverá ter uma aceitação grande por usuários, seguindo a tecnologia Wi-Fi (IEEE 802.11) e diminuindo ainda mais os custos da tecnologia;
* Possibilitará, segundo a especificação, altas taxas de transmissão de dados;
* Possibilitará a criação de uma rede de cobertura de conexão de Internet similar à de cobertura celular, permitindo acesso à Internet mesmo em movimento;
* Existe amplo suporte do desenvolvimento e aprimoramento desta tecnologia por parte da indústria.

[editar] Contras

* Nos testes atualmente realizados mostrou-se como grande frustração quanto à taxa de transmissão;
* Apesar das muitas iniciativas e pesquisas, essa tecnologia ainda tem um período de maturação a ser atingido;
* Pode, em alguns paises, haver sobreposição de utilização de freqüência com algum serviço já existente;
* Em alguns países a tecnologia já foi inviabilizada devido a uma política específica para proteção do investimento de capital (CAPEX), já realizado com licenças da tecnologia de telefonia móvel UMTS.
* Nas faixas de frequência mais altas existem limitações quanto a interferências pela chuva, causando diminuição de taxas de transferências e dos raios de cobertura.

[editar] Crescimento econômico

O benefício crucial do padrão WiMAX é a oferta de conexão internet banda larga em regiões onde não existe infra-estrutura de cabelagem telefónica ou de TV por Cabo, que sem a menor dúvida são muito mais custosos. Este benefício econômico do padrão sem fio para redes MAN proporciona a difusão dos serviços de banda larga em países em desenvolvimento, influenciando diretamente na melhoria das telecomunicações do país e conseqüentemente no seu desenvolvimento.

Segundo o relatório do CPqD - Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações, do ano de 2006, sobre o Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre, um dos requisitos para a implantação do SBTVD é a criação de um sistema WiMAX para todo o Território brasileiro. Segundo os dados que estão na página 88 deste relatório, para se estabelecer uma cobertura nacional (rural e urbana) são necessárias 2511 estações WiMAX (compostas de equipamentos de rádio, torre e antena) com um investimento total de apenas R$ 350 milhões de reais.

[editar] Testes

Um experimento da rede WiMAX feito em 2005 por uma grande operadora de telefonia celular dos Estados Unidos teve um resultado pouco animador. Foram relatados problemas para atingir os níveis esperados de transferência de dados, chegando apenas a um pequeno percentual dos níveis laboratoriais alcançados. Isto indica a falta de maturação da tecnologia.[carece de fontes?]

Outro local no qual foi instalado este tipo de tecnologia é Mangaratiba (RJ) (Brazil) (Reportagem: http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI676163-EI4802,00.html).

A Intel executou em Minas Gerais, nas cidades de Belo Horizonte e Ouro Preto, vários testes muitos satisfatórios, sendo que em Ouro Preto o teste foi considerado como "Prova de Fogo" devido ao relevo montanhoso da cidade. Uma das experiências feita foi a instalação de uma antena WiMAX em uma Kombi com três computadores, a Kombi ficou estacionada na Praça Tiradentes, praça principal da cidade, e várias pessoas do local entraram na Kombi e acessaram a Internet e foi um sucesso, pois a BSU, estava instalada na Universidade, e a Praça não possui visada para a mesma. Estes testes foram realizadas com equipamentos com frequência de 3,5GHz, considerados pré-Wimax, por terem OFDM com 254 portadoras, atualmente os equipamentos em Ouro Preto operariam na frequência de 5,8GHz e somente com 32 portadoras, sem a possibilidade de reflexão, porem estão desligados a quase 1 ano por falta de assistência dos executores do projeto. Está previsto que no início do segundo semestre de 2007 Belo Horizonte esteja toda interconectada pela nova tecnologia.

[editar] Wimax no Brasil

Em parceria com universidades, instituições e governos, a Intel liderou testes de WiMAX no Brasil, desde 2004, nas cidades de Brasília (DF), Ouro Preto (MG), Mangaratiba (RJ) e, mais recentemente, Belo Horizonte (MG). Até o final deste ano, a empresa promete começar a testar em São Paulo. Brasil Telecom, Vivo, Telefônica e várias outras empresas já anunciaram, publicamente, planos de implementação do WiMAX no Brasil. Podemos esperar que o mais breve possível vamos estar utilizando internet como se usa o celular hoje, a tendência é melhorar ainda mais essa tecnologia. Sera implantada na Bahia apartir de maio 2008 pela Embratel com acesso bandalarga para empresas.

A WiMax já é uma realidade no Brasil. Desde outubro de 2006 a GlobalWave Telecom está comercializando o WiMax, atingindo mais de 2 mil clientes atualmente.

[editar] Padrões IEEE

* IEEE 802.20 WAN 3GPP (GSM).
* IEEE 802.16 WirelessMAN ETSI HIPERMAN e HIPERACCESS.
* IEEE 802.11 WirelessLAN ETSI HIPERLAN.
* IEEE 802.15 BluetoohPAN ETSI HIPERPAN.

[editar] Bibliografia

1 - Wireless Internet Opportunity for Developing Countries, The Publicado por: United Nations Publications ISBN: 0974760706

2 - Seeing What's Next Autores: Clayton M Christensen, Scott D Anthony, Erik A Roth Publicado por: Harvard Business School Press ISBN: 1591391857

3 - Wireless Hacks Autor: Rob Flickenger Publicado por: O'Reilly ISBN: 0596005598



INTERNET VIA SATÉLITE

Internet via satélite é um método de acesso à Internet que, na teoria, pode ser oferecido em qualquer parte do planeta. Possibilita altas taxas de transferências de dados, sendo sua comunicação feita do cliente, para o satélite e deste para o servidor (ou podendo passar o sinal por outros satélites interligados). Como a maioria dos serviços de banda larga, a transmissão por satélite se faz de modo bidirecional (recebimento e envio de dados). Atualmente, a velocidade da conexão via satélite está entre 10kbps e 1 Mbps, em provedores comerciais.

É de referir que este tipo de ligações tem latências altas, ou seja, não é aconselhada por exemplo, para quem a pretende usar para jogar online.



LMDS
Fixed Wireless Access (conhecida como a Internet à Rádio) é uma tecnologias que têm sido desenvolvidas e agora, já disponíveis, para o acesso à internet. O acesso é feito utilizando frequências de rádio e as velocidades de acesso encontram-se na ordem dos Mb. O LMDS (Local Multipoint Distribution System) é uma das aplicações, existe uma área definida, na qual um utilizador num ponto fixo pode se ligar através de uma antena de rádio instalada nesse local.


HSDPA

High-Speed Downlink Packet Access ou HSDPA é um novo protocolo de telefonia móvel, também chamado 3.5G. O HSDPA é um serviço de transmissão de pacotes de dados que opera dentro do UMTS / W-CDMA, no enlace direto (downlink), permitindo a transmissão de dados até 10Mbit/s em uma banda de 5MHz. Nesse sentido, abre novas possibilidades de serviços multimédia que utilizam a transmissão em banda larga em telefones móveis.

Sua operação é regulamentada pelo conjuntos de normas 3GPP em sua quinta versão, de 2002.

Principais Características

O HSDPA implementa, entre outras características, um novo canal físico (HS-PDSCH) e de transporte (HS-DSCH) cujas diferenças com relação aos canais compartilhados do WCDMA puro são, entre outras:

* Modulação e Codificação Adaptativas (AMC);
* Requisição de Repetição Automática Híbrida (Hibrid Automatic Repeat Request - HARQ);
* Reserva Rápida de Pacotes (fast packet scheduling);
* Dois modos de modulação (QPSK e 16-QAM);
* Codificação turbo.

Outras diferenças incluem ausência do controle de potência rápido e soft handoff.

Essas funcionalidades são implementadas na chamada BTS, ou Base Transceiver Station, a estação base, também conhecida como node-B.
Um próximo passo em termos de evolução dentro do W-CDMA será o HSUPA, que permitirá velocidades mais rápidas e melhor aproveitamento de banda também no enlace reverso (uplink).


Universal Mobile Telecommunications System


UMTS (acrónimo de Universal Mobile Telecommunication System) é uma das tecnologias de terceira geração (3G) dos telemóveis (celular no Brasil).

O termo é adotado para designar o padrão de 3ª Geração estabelecido como evolução para operadoras de GSM e que utiliza como interface rádio o WCDMA.

Até o ano de 2000, o desenvolvimento de padrões para o GSM foi conduzido pelo European Telecommunications Standards Institute (ETSI). A partir desta data a responsabilidade passou a ser do 3rd Generation Partnership Project (3GPP), que é um esforço conjunto de várias organizações de standards ao redor do mundo para definir um sistema celular global de 3º Geração UMTS (Universal Mobile Telecommunications System). O objetivo do UMTS é prover um padrão universal para as comunicações pessoais com o apelo do mercado de massa e com a qualidade de serviços eqüivalente à rede fixa. Na visão UMTS, um sistema de comunicações deverá suportar diversas facilidades:

* (1) portadoras realocáveis, banda atribuível sob demanda (por exemplo, 2 Mbps para comunicações em ambientes internos e pelo menos 144 kbps para ambientes externos);
* 2) variedade de tipos de tráfego compartilhando o mesmo meio;
* (3) tarifação adequada para aplicações multimídia;
* (4) serviços personalizados;
* (5) facilidade de implementação de novos serviços (por exemplo, utilizando ferramentas de rede inteligente);
* (6) WLL (Wireless Local Loop) de banda larga, etc. O WLL de banda estreita tem sido utilizado em substituição aos fios/cabos de cobre para conectar telefones e outros dispositivos de comunicação com a rede de telefonia comutada pública, ou PSTN (Public Switched Telephone Network).Especificamente em relação ao UMTS, três quesitos são de primordial importância:

* (1) rádio acesso de banda larga;
* (2) "roaming" inteligente; e
* (3) alta capacidade.



fonte wikipedia

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